Missão

Transformar a vida de crianças e adolescentes no TEA, em situação de vulnerabilidade social, promovendo autonomia e qualidade de vida através de atendimento humanizado, acolhendo e orientando famílias e disseminando conhecimento.

Visão

Que todo autista encontre inclusão, acessibilidade e pertencimento em todos os lugares, livre de de julgamento.

Valores

  • Empatia
  • Ética e filantropia
  • Competência
  • Cooperação
  • Combate ao preconceito
  • Inclusão, equidade e pertencimento

Perguntas Frequentes

Reunimos as perguntas mais comuns das famílias sobre nosso atendimento, diagnóstico e como apoiar o Instituto.

O PAICA (Programa de Atenção Integral à Criança e ao Adolescente) é uma OSC - Organização da Sociedade Civil, sem fins lucrativos, que oferece atendimento interdisciplinar para crianças e adolescentes com Transtorno do Espectro Autista (TEA), além de apoio e orientação às suas famílias, de forma gratuita.
Crianças e adolescentes com diagnóstico de TEA, de acordo com os critérios e vagas disponíveis nos projetos e serviços oferecidos pela instituição. Deve ser matriculado em escolas públicas e não possuir convênio médico.
O PAICA oferece atendimento interdisciplinar nas áreas de Pedagogia, Fonoaudiologia, Psicologia Clínica, Fisioterapia, Psicomotricidade, Terapia Ocupacional, Educação Física e Arteterapia. Para o Apoio às famílias, oferece grupos de Psicologia Familiar, Assistência Social e Arteterapia através de orientação familiar, palestras, cursos e ações de inclusão social. Na formação e conhecimento no TEA, realiza palestras para escolas parceiras, palestras e cursos para população em geral e um seminário anual, com temas relacionados ao Autismo.
Sim. Os atendimentos e projetos são oferecidos gratuitamente. Custeados por meio de convênios, parcerias, doações e captação de recursos. A disponibilidade depende dos programas em andamento, de vagas compatíveis com o contraturno escolar e ordem na fila de espera.
Entre em contato com a instituição por telefone/WhatsApp, (19) 99766-4214, ou e-mail conttat@paicacampinas.org, para receber orientações sobre inscrição, documentação necessária e disponibilidade de vagas.
Sim. É necessário laudo médico.
Os atendimentos têm como foco, crianças e adolescentes até 14 anos. Um projeto se inicia no mês de junho/2026, para o projeto de Habilidades no TEA, para o público de 15 a 18 anos. Orientamos sempre entrar em contato para verificar os serviços/projetos disponíveis.
Sim. O fortalecimento familiar é um dos pilares do trabalho do PAICA, que oferece orientação, acolhimento, palestras e grupos de apoio para familiares e cuidadores.
O PAICA não é uma escola especializada, atende no contraturno escolar e realiza um trabalho em parceria com as escolas de origem, através de reuniões periódicas, orientações, relatórios técnicos para colaborar e favorecer a inclusão educacional.
Você pode colaborar por meio de doações financeiras, participação em eventos beneficentes, doação de produtos ou serviços, voluntariado e divulgação da instituição.
Sim, todos são muito bem-vindos. Pessoas interessadas em atuar como voluntárias podem entrar em contato para conhecer as oportunidades disponíveis, através do número (19)99766-4214.
Empresas podem contribuir por meio de patrocínios, parcerias institucionais, doações, campanhas solidárias e projetos de responsabilidade social, hoje temos uma empresa parceira, o CPQD, que muito tem contribuídos com as atividades desenvolvidas na Instituição.
Os recursos são destinados principalmente para a contratação de profissionais, pois para o sucesso nas intervenções, é necessária uma equipe capacitada e atuante. Também são utilizados para a aquisição de materiais, desenvolvimento de projetos, manutenção dos serviços e melhoria da infraestrutura.
Acompanhe as redes sociais, o site institucional e os canais de comunicação oficiais para ficar informado sobre projetos, eventos e campanhas.
Autismo ou Transtorno do Espectro Autista (TEA) é um transtorno do neurodesenvolvimento que está presente desde a infância, mesmo que diagnosticado tardiamente. Seu diagnóstico é clínico, ou seja, não tem nenhum marcador biológico (como um exame de sangue, teste genético ou exame de imagem). O TEA é visto como uma condição comportamental complexa, combinando fatores genéticos e ambientais, que afeta a interação social, comunicação e comportamento. A expressão dos traços varia de pessoa para pessoa. Não há um padrão único ou exclusividade que determine a condição em todos os indivíduos de forma igual.
O autismo foi descrito pela primeira vez em 1943 pelo psiquiatra austríaco Leo Kanner, que observou traços como distanciamento social, comportamentos repetitivos e uso inadequado da linguagem em um grupo de 11 crianças. Essas crianças demonstravam introspecção intensa, um certo distanciamento do mundo que os rodeava, e apresentavam estereotipias motoras, ou seja, padrões de comportamento, além de usar a linguagem de maneira incomum. Décadas depois, essas características foram validadas por estudos científicos e a partir de 2013, descrito no DSM5 (Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais da Associação Americana de Psiquiatria) como “Transtorno do Espectro do Autismo”.
Em bebês, os primeiros sinais costumam ser: contato visual reduzido, falta de resposta ao nome, Ausência de sorriso social, desinteresse por pessoas, preferindo objetos ou partes deles e poucos gestos, quase sem balbucio. Em crianças até 3 a 4 anos, os sinais costumam ser: atraso na fala, ou repetição de palavras e frases sem intenção comunicativa (ecolalia), dificuldade em compartilhar interesses, comportamento isolado com brincadeiras de forma repetitiva com os objetos e na maioria dos casos, tem interesses não usuais, preferência por rotinas rígidas, apego a objetos e na maioria dos casos, apresentam desorganização sensorial: hipersensibilidade ou hiperreatividades a barulhos altos, luzes ou texturas.
Sim. A intervenção precoce pode contribuir significativamente para o desenvolvimento da criança, para melhor prognóstico futuro, aumento da autonomia e para sua qualidade de vida.
O autismo não é uma doença e, portanto, não possui cura. Com acompanhamento adequado, a pessoa pode desenvolver habilidades e alcançar maior autonomia e participação social.
Buscando um diagnóstico precoce, levando para as terapias orientadas pelo médico, participando ativamente das orientações recebidas, estimulando a autonomia, mantendo uma rotina estruturada e fortalecendo as oportunidades de interação e aprendizagem.